
Profundo
Quando o punhal do amor,
Penetra no meu coração,
Sinto a fraqueza me tomando,
Deixando-me caído em seus braços.
Sinto o calor,
Que me deixa arrepiado,
Como se estivesse renascendo em outro mundo.
Sinto medo,
Imaginando que outro pode arrancar,
O que me é tão profundo.
Sinto-me no limite da vida,
E fecho os olhos para a solidão.
Sinto emoções fluírem,
Deixando marcas impressas,
Que a outros irão apunhalar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário